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Mas... Frank Sinatra ou Nat King Cole são bem vindos aos meus ouvidos. <3
Poderia até ser verdade caso eu não tivesse sido absurdamente sem noção, interpretado a receita médica erroneamente, e tomado 8 anti inflamatórios em dois dias, ao invés de 4. Bem que estava achando o mundo mais estranho e minha pressão mais baixa que o normal. Eu prefiro nem comentar o tipo de raciocínio que me leva a interpretar as coisas de maneiras tão peculiares, o problema é que isso sempre acontece e eu demoro a perceber, mas nunca ocorreu nesse tipo de situação envolvendo remédios.
I'm in the mood for salt. *cantarolado com voz de jazz*
Eu gosto de sal. Já esse trem de amor aí....
pra mim é apenas uma palavra a qual usamos na tentativa mais tola de definir o mais abstrato e amplo dos sentimentos. Mas é simpático, até.
Só acho tolice mesmo falar em "acreditar ou não" em amor, hahaha. Não é uma entidade, sabe. É só amor.
Suponhamos que sentimentos são como uma teia de aranha sinistramente grande, um emaranhado de interdependências, todos misturados. Provavelmente ali no meio o amor é uma(ou algumas) das linhas, misturada, intimamente atrelada a outras. Talvez à obsessão, talvez admiração, papapá.
E foi você quem teceu :)
Talvez, se tiver escolhido um bom local para tecê-la, suas presas serão muito boas e de fome sentimental você não morrerá. (Afinal, se algo é óbvio é que os sentimentos têm fome.
Senão, você vai ficar sentindo aquilo tudo sozinho pro resto da vida, comendo vento e morrendo de apatia.
Apesar de falar dessa forma, sou na verdade uma pessoa verdadeiramente otimista, o que considero, pra ser sincera, uma característica da infância que não evoluí muito ainda pois vivo me ferindo por causa dela. E, consequentemente, com certa frequência me forço ao pessimismo amargo para tentar evitar maiores acidentes.
O mais chato de ser eu é ter esse tipo de visão, muitas vezes absurdamente clara, e nem sempre ser capaz de fazer algo efetivo para melhorar as coisas.
Mas é verdade que me divirto fazendo analogias sem noção que surgem completamente do nada, o que só me dei conta recentemente de que faço com muita frequência.
É um pouco estranho pensar em alguém lendo isso, portanto, evito pensar. Por algum motivo de talvez Freud (ou Jung, estou flertando com ele ultimamente) explique me lembrei que tem biscoitos apetitosos me esperando na cozinha.
Portanto, blogzinho, terei de parar de te dar amor (ou essa coisa. Vou chamá-lo de "trem cósmico" ao invés de amor. Adoro falar dos cosmos, wtf) para ir me suprir de porcarias da madruga.
Cuidado com o leite excessivo, hein, bloguinho. Vou começar a dar apelidos a você... Charlie.
Adieu.
Ler suas palavras me trazem várias memórias, não que seja de seu interesse, mas sempre me perguntei como são os fãs de Frank Sinatra.
ResponderExcluirO problema do amor não é ele ser complicado, é o amor que varia de cada um; e é bem isso, o amor seria um emaranhado das teias do sentimento. Infortúnio daquele que ama de um jeito estranho, pois amar também não é seguir uma ordem.
E de intrometido outra vez, entre otimismo e pessimismo, tente ser realista. Normalmente os realistas não se perdem em sonhos nem se acabam nos próprios males, infelizmente, vez ou outra, nem arriscam novas aventuras - e falo por mim.
Fico até receoso em comentar, mas bom, vamos fazer de conta que eu não li nada e falo ao acaso. Mas ai vai ser mais estranho ainda, ó...
Várias memórias? intrigante, espero que sejam boas!
ResponderExcluirHm, eu não sei se me encaixo no "fã de Frank Sinatra" pois dificilmente estou muito encaixada em algum tipo de grupo. Tipo, nem sei quem é fã de Frank Sinatra da minha idade, talvez uns cultzinhos retardados que conheço.
Mas, se você for pensar bem, o fato de o amor variar para cada pessoa o torna complicado, não?
Ah, mas pra caminhar por essa dialética e chegar na síntese eu tenho que me esforçar muito. x_x A maior parte do tempo sou realista (eu acho), só quando estou despreparada é que caio nessas armadilhas da vida. hunf.
HUIASDHUSIHDUSHUIA não fique! hahahaah vai ser muito estranho mesmo, você vai parecer aquelas pessoas que andam pelas ruas com sacolas no lugar de sapatos, um carrinho de super mercado e um walktalk. (leia-se: loucos)